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Responsabilidade Social

Empresas socialmente responsáveis estão melhor preparadas para assegurar a sustentabilidade dos negócios a longo prazo, por estarem sincronizadas com as novas dinâmicas que afetam a sociedade e o mundo empresarial.
A empresa é socialmente responsável quando vai além da obrigação de respeitar as leis, e faz isso por acreditar que assim será uma empresa melhor e estará contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa. Esse comportamento que ultrapassa as exigências legais, agrega valor à imagem da empresa, aumentando o vínculo que seus consumidores estabelecem com ela.

A responsabilidade social implica na busca pela empresa de uma posição de liderança, em seu segmento de negócios, nas discussões que visem contribuir para a consolidação de elevados padrões de concorrência para o setor específico e para o mercado como um todo.

Para ser reconhecida como socialmente responsável, a empresa não deve utilizar-se, direta ou indiretamente, de trabalho infantil (de menores de 14 anos), conforme determina a legislação brasileira. Por outro lado, é positiva a iniciativa de empregar menores entre 14 e 16 anos, como aprendizes.

A lei de aprendizes impõe procedimentos rígidos em relação a estes adolescentes, o que inclui a exigência de sua permanência na escola. Crianças e adolescentes têm direito à educação para poderem exercitar sua cidadania e para capacitar-se profissionalmente.

O investimento pela empresa em ações que tragam benefícios para a comunidade é uma contrapartida justa, além de reverter em ganhos para o ambiente interno e na percepção que os clientes têm da própria empresa. O respeito aos costumes e culturas locais e o empenho na educação e na disseminação de valores sociais devem fazer parte de uma política de envolvimento comunitário da empresa, resultado da compreensão de seu papel de agente de melhorias sociais.

A empresa pró-ativa na responsabilidade social assume como meta a contribuição para o desenvolvimento da comunidade. Desta forma, deve apoiar ou participar diretamente de projetos sociais promovidos por organizações comunitárias e ONGs, contribuindo para a disseminação de valores educativos e a melhoria das condições sociais. Atuais pesquisas demonstram que as empresas estão cada vez mais preocupadas com ações sociais e, além do mais, acreditam que o investimento no social é uma boa estratégia para que melhore a sua imagem institucional.
Pesquisas realizadas recentemente (IPEA, SEBRAE, UFPE E ETHOS), trazem dados cada vez mais otimistas da atuação das empresas em obras assistenciais, filantrópicas ou, inclusive, no desenvolvimento de projetos sociais. Muito se fala em responsabilidade social e marketing social. Todavia, muitas empresas ainda não sabem como fazer essa diferenciação temática, e mais, não sabem como a responsabilidade social poderá representar uma oportunidade de negócio para sua empresa.

Por que as empresas devem exercer a responsabilidade social?

A sociedade está exausta de tantos problemas e, o que é pior, cansados da deficiência estatal em solucionar esses problemas. É fácil notar que a sociedade está em constante transformações. Essas modificações, além de serem presentes na opinião pública, ocorre, também, nas empresas. A competição está cada vez mais acirrada, tornando difícil que um empresa se destaque nesse cenário econômico. Hoje a tecnologia está acessível para toda concorrência. Um produto novo, lançado no mercado, é facilmente copiado, dado a grande facilidade ao acesso das tecnologias existentes. Assim, as empresas estão em busca de formas que podem atrair seus clientes.

Observa-se nesse mercado que a sociedade está cada vez mais solidária. Cada vez mais pessoas estão apoiando causas de interesse social. Segundo dados de pesquisa realizada pelo Instituto Ethos, 50% dos consumidores brasileiros declararam-se adeptos da prática de prestigiar ou punir as empresas com base em sua participação social e, 24% dos consumidores, procurariam comprar produtos de empresas que se destaquem pela responsabilidade social.

Nota-se que a responsabilidade social passa a ser uma oportunidade de mercado para as empresas.
Dentro de uma filosofia de propiciar o desenvolvimento e crescimento global do indivíduo, o NURAP procura parceiros para oferecer oportunidade de complementação teórica da aprendizagem, ou seja, nossos parceiros não são doadores e sim empregadores, que estejam dispostos a receber jovens sem experiência prática para que possam aprender uma profissão.

Em consonância com a lei do Aprendiz (10.097) e portarias, inclusive para cumprimento de cota, ao empregador caberá mensalmente o pagamento de 1 salário mínimo/hora, mais os encargos sociais, provisionamento de férias + 1/3, 13o. salário etc.

Junte-se a nós, e tenha a tranqüilidade de quem está fazendo a sua parte na construção de um mundo melhor.